segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Veneza, em ritmo de adeus




Em bom italiano: Venecia. A arquitetura dos homens que plana sobre as águas. Apesar da localização, Veneza não é uma cidade perdida nas profundezas do mar. A sua pujança está emersa: ilhas, pontes e casas combinam-se ao esplendor oceânico.

Acaloradas pela drástica combustão imposta ao clima, as geleiras polares ganham aspecto líquido e assomam-se as águas marítimas. Como a camada pré-sal não absorverá a quantidade de água extra, imposta à natureza marinha; a tendência, fora das Condições Normais de Temperatura e Pressão (CNTP), já explicitada por cientistas das principais bases pesquisadoras do mundo, é o aumento substancial da lâmina d’água. Nessa situação, a monumental Veneza terá o mesmo destino da lendária Atlântida, a Cidade Perdida.

Por: Ricardo Walter

Conscientização ecológica em São Gonçalo


No município de São Gonçalo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente une crianças de escolas públicas para plantar e distribuir mudas à população dos Morros de São Gonçalo que estão sendo invadidos por casas ilegais. O objetivo do plantio é o de evitar o povoamento no local, preservar as áreas verdes da região, diminuir a emissão de carbono à atmosfera e conscientizar crianças de como é importante evitar o desmatamento e queimadas.

A Secretária Municipal de Meio Ambiente, Dora Cordeiro, esteve presente na ação. Ela explicou o porquê de o Morro da Matriz ter sido escolhido para o plantio das mudas.

“Escolhemos estes locais em função da possibilidade de invasão e desmatamento, além de queimadas e apreensão de pássaros silvestres”, disse a secretária. Questionada sobre a preservação destas mudas, ela completa: “Os próprios moradores do local acabam se tornando voluntários e denunciam, caso haja alguma irregularidade”. Além de a Prefeitura realizar a ação, há um projeto chamado Remoma, que une biólogos, voluntários da Igreja Matriz e moradores da comunidade Nossa Senhora das Graças e Menino de Deus, no reflorestamento do morro. O projeto tem a coordenação do biólogo Marcos Dias e está há quatro anos com este esquema de preservação da área verde.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São Gonçalo realiza todos os meses o plantio de 3.000 a 4.000 mudas, e está à espera de mais 1.500que serão doadas pelo Instituto Estadual de Ambiente, o Inea, para continuar o reflorestamento, agora no Engenho Pequeno.


Por: Thamiris Kuhn
Imagens: Arquivo da Prefeitura Municipal de São Gonçalo.

Praia da Luz (SG) e seu acesso.



Praia da Luz, São Gonçalo - RJ

Mudando de ares, saindo do Pantanal – na região Centro-Oeste do País, além de Bolívia e Paraguai – e indo diretamente para a região Sudeste, mas precisamente no município de São Gonçalo, Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, seguiremos aqui em um passeio rápido por um dos cartões-postais da cidade: a Praia da Luz. Para quem não sabe – ou mal sabe -, a Praia da Luz é subdivida em Praia de São Pedro e São João. Nela encontra-se, além de moradores locais – ou não – comendo um peixinho frito (muito saboroso, por sinal) e banhando-se (quando a praia encontra-se apropriada para banho), a Capela Nossa Senhora da Luz, bem às margens da Baía de Guanabara. Sua vista direciona-se à Ilha de Paquetá.

Em 2001, a Praia da Luz e tudo o que há nela, incluindo a Capela, foram restaurados com a ajuda financeira da Petrobrás. Inclusive, da Praia da Luz, avista-se a Ilha da Petrobrás. Logo atrás da Capela, há uma trilha, mas arrisca-se quem quer.

Beleza, por beleza – restaurada, pois muitos Gonçalenses têm preconceito de conhecer o cartão-postal da própria cidade -, o acesso para chegar à Praia da Luz é bastante complicado. Mesmo com um orçamento curto e com o patrocínio da Petrobrás, a Prefeitura de São Gonçalo deveria fazer uma obra de restauração da comunidade de Itaoca, Portão do Rosa e demais bairros de acesso à Praia.

A estrada leva os curiosos e “viajantes” à Praia da Luz é abandonada. Muitos buracos e se chove, os carros não passam, devendo-se ao fato de que há intermináveis buracos pela estrada, além poças, muita lama. Não há pavimentação no local..

A orientação para chegar na Praia da Luz também não é lá... confortante. As placas estão enferrujadas; os motoristas têm de parar e pedir informações aos moradores senão é bem capaz de seguirem para o Salgueiro – favela do município. O “viajante” não sabe por qual bairro está passando, se é Itaóca, Porto do Rosa, Itaúna. Muitos acreditam ser uma falta de consideração por quem procura os pontos turísticos de São Gonçalo.

Ademais, as localidades próximas ao Complexo de Tratamento e Destino Final de Resíduos Sólidos, da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, são de extrema vergonha. Lixos espalhados por todos os cantos, porcos em meio às pessoas fazem do Mudando de ares, saindo do Pantanal – na região Centro-Oeste do País, além de Bolívia e Paraguai – e indo diretamente para a região Sudeste, mas precisamente no município de São Gonçalo, Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, seguiremos aqui em um passeio rápido por um dos cartões-postais da cidade: a Praia da Luz. Para quem não sabe – ou mal sabe -, a Praia da Luz é subdivida em Praia de São Pedro e São João. Nela encontra-se, além de moradores locais – ou não – comendo um peixinho frito (muito saboroso, por sinal) e banhando-se (quando a praia encontra-se apropriada para banho), a Capela Nossa Senhora da Luz, bem às margens da Baía de Guanabara. Sua vista direciona-se à Ilha de Paquetá.

Em 2001, a Praia da Luz e tudo o que há nela, incluindo a Capela,foram restaurados com a ajuda financeira da Petrobrás. Inclusive, da Praia da Luz, avista-se a Ilha da Petrobrás. Logo atrás da Capela, há uma trilha, mas arrisca-se quem quer. O local está lindo, de natureza preservada - exceto a Baía de Guanabara que a todo momento pede "arrêgo".

Beleza, por beleza – restaurada, pois muitos Gonçalenses têm preconceito de conhecer o cartão-postal da própria cidade -, o acesso para chegar à Praia da Luz é bastante complicado. Mesmo com um orçamento curto e com o patrocínio da Petrobrás, a Prefeitura de São Gonçalo deveria fazer uma obra de restauração da comunidade de Itaoca, Portão do Rosa e demais bairros de acesso à Praia.

A estrada leva os curiosos e “viajantes” à Praia da Luz é abandonada. Muitos buracos e se chove, os carros não passam, devendo-se ao fato de que há intermináveis buracos pela estrada, além poças, muita lama. Não há pavimentação no local..

A orientação para chegar na Praia da Luz também não é lá... confortante. As placas estão enferrujadas; os motoristas têm de parar e pedir informações aos moradores senão é bem capaz de seguirem para o Salgueiro – favela do município. O “viajante” não sabe por qual bairro está passando, se é Itaóca, Porto do Rosa, Itaúna. Muitos acreditam ser uma falta de consideração por quem procura os pontos turísticos de São Gonçalo.

Ademais, as localidades próximas ao Complexo de Tratamento e Destino Final de Resíduos Sólidos, da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, são de extrema vergonha. Lixos espalhados por todos os cantos, porcos em meio às pessoas fazem do lugar um completo terreno de semeadura. A Prefeitura precisa olhar em volta, senão, os Gonçalenses continuarão vangloriando a cidade vizinha, Niterói.


Bairro Porto do Rosa, São Gonçalo









Por: Thamiris Kuhn

Imagens: Thamiris Kuhn

Aquífero Guarani

Em destaque, o Aquifero Guarani.


O Aquífero Guarani é a mais dadivosa fonte de água doce subterrânea de toda a extensão planetária. A formação geográfica da reserva contemplou os territórios dos co-irmãos latino-americanos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Em números, o sem-fim das terras brasileiras possibilitou que os verde-amarelos abarcassem 70% da área tomada pelo límpido e doce Guarani.

Em tempos de receio quanto a uma possível secura das fontes de água, utilizadas de modo irresponsável pelas civilizações mundanas, o Aquífero Guarani torna-se, para o Brasil, uma espécie de salva-guarda política, econômica e ambiental. Quando países, das mais diferentes conjecturas sociais, perderem a auto-suficiência hídrica, elementar à vida, o brasileiro alcançará um patamar soberano; e, quiçá, tenha o privilégio de se impor perante as mais intrincadas questões políticas. A água, com valor monetário: um capítulo depois de Cristo.

Basta, ao Brasil explorar, com acuidade, o que a sábia natureza lhe proporcionou. O Aquifero Guarani, se utilizado corretamente, abastará a qualidade de vida do brasileiro.
Por: Ricardo Walter

Água, símbolo da existência

As águas que brotam nas minas da terra influem diretamente no bem-estar das formas de vida presentes no planeta. Apesar de muitos ignorarem a evidência. O líquido incolor, inodoro e insípido não pode perder as características que o confere um estado potável. Partes do mundo, como a África subsaariana, sofrem horrores com a falta absoluta d’água. Outros cidadãos do continente, saciam a sede com uma água distante da composição química – própria, simples e pura –, H2O. Algumas regiões são, realmente, inóspitas às necessidades humanas; entretanto, poderiam ser mais bem assistidas; caso as nações, laureadas pela natureza, soubessem preservar os mananciais hídricos que dispõem.
















Etiópia: clima seco e árido. Água não há. A natureza humana pede socorro.






Por: Ricardo Walter

Urso Polar corre risco de extinção!

A principal ameaça que pesa hoje sobre os ursos polares, são causadas pelas mudanças climáticas. O urso branco, cuja sobrevivência depende das geleiras, está sendo duramente afetado pela diminuição cada vez mais rápida e precoce do gelo ártico no final da primavera, e de sua chegada cada vez mais tardia no outono.
Em decorrência do aquecimento global, o gelo no mar do Ártico, está derretendo rapidamente. As estimativas é de que as geleiras podem desaparecer totalmente até 2050. O degelo, decorrente das alterações climáticas, pode provocar o desaparecimento de dois terços dos 20.000 a 25.000 ursos polares que existem atualmente.A ameaça que atinge 16 mil ursos polares poderá tornar-se a mais grave de todo o planeta, pelo fato de o degelo estar sendo mais rápido do que o calculado, especialmente nas costas setentrionais do Alasca e da Rússia. Existe uma relação direta entre as mudanças no gelo marinho e o bem-estar dos ursos brancos, pois eles dependem das plataformas de gelo para caçar focas, que constituem o seu principal alimento, sem esse gelo, os ursos vêem-se obrigados a caçar em terra onde a sua destreza é muito menor.De acordo com alguns pesquisadores, as massas de gelo no Ártico atingiram o seu ponto mais baixo neste ano e teme-se que continuem a diminuir nos próximos anos. A espécie ameaçada corre perigo de extinção e requer uma proteção especial.

Por: Daniely Salles

Imagem: diadia.pr.gov.br

sábado, 28 de novembro de 2009

Amazônia para Sempre!

Conservar a Amazônia é preservar vidas Animais, vegetais e humanas!


A Floresta Amazônica, que é a maior floresta tropical do mundo, compreende cerca de 40% das florestas pluviais tropicais do nosso planeta. Campeão absoluto da biodiversidade Terrestre, o Brasil reúne quase 12% de toda a vida natural do planeta. Quatro dos biomas mais ricos do planeta estão no Brasil: Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Pantanal. E estes são Infelizmente, os que correm sérios riscos. No mundo inteiro, o Brasil, foi onde mais se desvastaram florestas entre os anos de 2000 e 2006. A floresta Amazônica estende-se por uma área de 6,4 milhões de quilômetros quadrados na América do Sul, sendo 63% do Brasil e o restante estão distribuídos no Peru, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Suriname, Equador e Guiana Francesa.Possui uma megabiodiversidade, rica em espécies animais e vegetais.

A região Amazônica tem 20 milhões habitantes e baixa densidade demográfica. Além de guardar cerca de um quinto das reservas de água doce do mundo, O Rio Amazonas é o maior do mundo em volume de água. Além disso a floresta absorve carbono diminuindo as consequências das mudanças climáticas globais. A Amazônia apresenta uma grande variedade de ecossistemas, dentre os quais se destacam: matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas, igapós, campos abertos e cerrados.

A destruição de florestas tropicais, além de reduzir a biodiversidade do planeta, causa erosão dos solos, degrada áreas de bacias hidrográficas, libera gás carbônico para a atmosfera, causa desequilíbrio social e ambiental. A redução da umidade na Amazônia faz reduzir as chuvas na região centro-sul brasileira.

O desrespeito e a depredação da natureza têm provocado consequências desastrosas na Amazônia. Quanto à proteção desta complexa floresta, há vários fatores que contribuem para que o objetivo real não seja atingindo no seu todo, como por exemplo: diminuto acesso a extensas áreas para monitorar, carência de pessoal para fiscalizar o escopo da Floresta Amazônica, tenuidade nas administrações das áreas protegidas além da ausência de estratégias para envolver as pessoas viventes da área em questão.
No entanto,a floresta já perdeu cerca de 20% do seu tamanho original, ou seja, 700 mil quilômetros quadrados já foram derrubados. O ser humano, precisa se conscientizar e ajudar a preservar, pois A floresta em pé ajuda a regular o clima, a temperatura, a umidade e as chuvas. Absorve gás carbônico da atmosfera prestando um enorme serviço para o equilíbrio climático mundial que merece valorização..


Por:
Daniely Salles

Imagem
:diaadia.pr.gov.br