segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aquífero Guarani

Em destaque, o Aquifero Guarani.


O Aquífero Guarani é a mais dadivosa fonte de água doce subterrânea de toda a extensão planetária. A formação geográfica da reserva contemplou os territórios dos co-irmãos latino-americanos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Em números, o sem-fim das terras brasileiras possibilitou que os verde-amarelos abarcassem 70% da área tomada pelo límpido e doce Guarani.

Em tempos de receio quanto a uma possível secura das fontes de água, utilizadas de modo irresponsável pelas civilizações mundanas, o Aquífero Guarani torna-se, para o Brasil, uma espécie de salva-guarda política, econômica e ambiental. Quando países, das mais diferentes conjecturas sociais, perderem a auto-suficiência hídrica, elementar à vida, o brasileiro alcançará um patamar soberano; e, quiçá, tenha o privilégio de se impor perante as mais intrincadas questões políticas. A água, com valor monetário: um capítulo depois de Cristo.

Basta, ao Brasil explorar, com acuidade, o que a sábia natureza lhe proporcionou. O Aquifero Guarani, se utilizado corretamente, abastará a qualidade de vida do brasileiro.
Por: Ricardo Walter

Água, símbolo da existência

As águas que brotam nas minas da terra influem diretamente no bem-estar das formas de vida presentes no planeta. Apesar de muitos ignorarem a evidência. O líquido incolor, inodoro e insípido não pode perder as características que o confere um estado potável. Partes do mundo, como a África subsaariana, sofrem horrores com a falta absoluta d’água. Outros cidadãos do continente, saciam a sede com uma água distante da composição química – própria, simples e pura –, H2O. Algumas regiões são, realmente, inóspitas às necessidades humanas; entretanto, poderiam ser mais bem assistidas; caso as nações, laureadas pela natureza, soubessem preservar os mananciais hídricos que dispõem.
















Etiópia: clima seco e árido. Água não há. A natureza humana pede socorro.






Por: Ricardo Walter

Urso Polar corre risco de extinção!

A principal ameaça que pesa hoje sobre os ursos polares, são causadas pelas mudanças climáticas. O urso branco, cuja sobrevivência depende das geleiras, está sendo duramente afetado pela diminuição cada vez mais rápida e precoce do gelo ártico no final da primavera, e de sua chegada cada vez mais tardia no outono.
Em decorrência do aquecimento global, o gelo no mar do Ártico, está derretendo rapidamente. As estimativas é de que as geleiras podem desaparecer totalmente até 2050. O degelo, decorrente das alterações climáticas, pode provocar o desaparecimento de dois terços dos 20.000 a 25.000 ursos polares que existem atualmente.A ameaça que atinge 16 mil ursos polares poderá tornar-se a mais grave de todo o planeta, pelo fato de o degelo estar sendo mais rápido do que o calculado, especialmente nas costas setentrionais do Alasca e da Rússia. Existe uma relação direta entre as mudanças no gelo marinho e o bem-estar dos ursos brancos, pois eles dependem das plataformas de gelo para caçar focas, que constituem o seu principal alimento, sem esse gelo, os ursos vêem-se obrigados a caçar em terra onde a sua destreza é muito menor.De acordo com alguns pesquisadores, as massas de gelo no Ártico atingiram o seu ponto mais baixo neste ano e teme-se que continuem a diminuir nos próximos anos. A espécie ameaçada corre perigo de extinção e requer uma proteção especial.

Por: Daniely Salles

Imagem: diadia.pr.gov.br

sábado, 28 de novembro de 2009

Amazônia para Sempre!

Conservar a Amazônia é preservar vidas Animais, vegetais e humanas!


A Floresta Amazônica, que é a maior floresta tropical do mundo, compreende cerca de 40% das florestas pluviais tropicais do nosso planeta. Campeão absoluto da biodiversidade Terrestre, o Brasil reúne quase 12% de toda a vida natural do planeta. Quatro dos biomas mais ricos do planeta estão no Brasil: Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Pantanal. E estes são Infelizmente, os que correm sérios riscos. No mundo inteiro, o Brasil, foi onde mais se desvastaram florestas entre os anos de 2000 e 2006. A floresta Amazônica estende-se por uma área de 6,4 milhões de quilômetros quadrados na América do Sul, sendo 63% do Brasil e o restante estão distribuídos no Peru, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Suriname, Equador e Guiana Francesa.Possui uma megabiodiversidade, rica em espécies animais e vegetais.

A região Amazônica tem 20 milhões habitantes e baixa densidade demográfica. Além de guardar cerca de um quinto das reservas de água doce do mundo, O Rio Amazonas é o maior do mundo em volume de água. Além disso a floresta absorve carbono diminuindo as consequências das mudanças climáticas globais. A Amazônia apresenta uma grande variedade de ecossistemas, dentre os quais se destacam: matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas, igapós, campos abertos e cerrados.

A destruição de florestas tropicais, além de reduzir a biodiversidade do planeta, causa erosão dos solos, degrada áreas de bacias hidrográficas, libera gás carbônico para a atmosfera, causa desequilíbrio social e ambiental. A redução da umidade na Amazônia faz reduzir as chuvas na região centro-sul brasileira.

O desrespeito e a depredação da natureza têm provocado consequências desastrosas na Amazônia. Quanto à proteção desta complexa floresta, há vários fatores que contribuem para que o objetivo real não seja atingindo no seu todo, como por exemplo: diminuto acesso a extensas áreas para monitorar, carência de pessoal para fiscalizar o escopo da Floresta Amazônica, tenuidade nas administrações das áreas protegidas além da ausência de estratégias para envolver as pessoas viventes da área em questão.
No entanto,a floresta já perdeu cerca de 20% do seu tamanho original, ou seja, 700 mil quilômetros quadrados já foram derrubados. O ser humano, precisa se conscientizar e ajudar a preservar, pois A floresta em pé ajuda a regular o clima, a temperatura, a umidade e as chuvas. Absorve gás carbônico da atmosfera prestando um enorme serviço para o equilíbrio climático mundial que merece valorização..


Por:
Daniely Salles

Imagem
:diaadia.pr.gov.br

Biodiversidade em declínio..


A biodiversidade está desaparecendo em ritmo alarmante, as principais causas indentificadas como promotoras do declínio da biodiversidade são: a modificação e destruição dos habitats, as alterações climáticas, as espécies exóticas invasoras,a sobre-exploração, poluição generalizada, a drenagem de zonas pantanosas, o desvio dos rios para agricultura e a diminuição dos peixes do mar..
A biodiversidade é responsável pela evoluçãoe pela manutenção da vida em todos os lugares e implica no equilíbrio e estabilidade de ecossistemase no seu uso e aproveitamento pela humanidade e em preservá-los.
Desde que o homem começou a interferir na natureza, a biodiversidade tornou-se a base das atividades agrícolas, pecuárias, pesqueiras e florestais e, mais recentemente, da indústriade biotecnologia. É a fonte de proteínas, remédios, cosméticos,roupas e alimentos. O programa das Nações unidas paar o meio ambiente estimaque existam pelo menos 14 milhões de espécies vivas ao redor do mundo. Alguns especialistas calculam esse número em um total de 50 milhões. Apesar do tamanho da biodiversidade do planeta e das milhares de espécies descobertas todo ano, a ação humana tem provocado gradativamente o desaparecimento das espécies animais e vegetais do planeta. Pesquisas revelam que 65 % dos habitats e 52 % das espécies estão em mau estado de conservação, denunciando um número crescente na perda da biodiversidade.

Por: Daniely Salles

Imagem: diaadia.pr.gov.br


terça-feira, 24 de novembro de 2009

A ilha vai desaparecer nas águas.


O Aquecimento global pode fazer Tuvalu desaparecer sob o mar.


Falar sobre aquecimento global, o temido processo que poderá levar ao derretimento das calotas polares, é uma atividade freqüente em um micropaís localizado no Pacífico Sul: Tuvalu. Esta nação de pouco mais de 11 mil habitantes, a quarta menor do mundo, tem debatido o tema até mesmo entre as crianças. A razão é a ameaça que ronda o pequeno paraíso. Cientistas estimam que, com o aumento do nível do mar provocado pelo degelo, Tuvalu será engolida pelas águas em aproximadamente 50 anos. Se os perigos do aquecimento se confirmarem, todo seu belo conjunto de ilhas e atóis coralinos (formações de recifes e lagoas) sumirá do mapa, criando uma verdadeira Atlântida.

As discussões em torno do aquecimento global não são consensuais. Há mesmo quem diga que o planeta não está esquentando de modo generalizado. Porém os tuvaluanos estão vendo, a seus pés, que as águas estão roubando mais espaço das areias. E nós temos que nos coincientizar que algo deve ser feito, pois amanhã podemos estar debaixo d'agua.



Por:Lídia Pinto

imagem:(site gov) diaadiaeducacao.pr.gov.br

sábado, 21 de novembro de 2009

Ilhas Galápagos: exemplo de biodiversidade mundial


As Ilhas Galápagos encontram-se no meio do Oceano Pacífico, sendo, em 1832, possesso ao Equador. Um lugar fabuloso que guarda tesouros da fauna e da flora. Foi lá que, em 1835, o cientista inglês Charles Darwin ancorou seu navio Beagle para pesquisar sua Teoria da Evolução das Espécies (mais abaixo). Considerados como um laboratório biológico ao ar livre, as Ilhas Galápagos compõem-se de 13 ilhas principais, quatro ilhas menores e uma série de ilhotas.




Galápagos provem do espanhol e significa tartaruga, haja vista a proporção de tartarugas gigantes encontradas no local. Embora Galápagos seja localizada em território tropical, a fria corrente de ar de Humboldt* faz com que predomine o clima seco e a vegetação tenha estepes e até cáctus. Leões-marinhos e pingüins são encontrados no local por sua água ser gélida. Iguanas marinhas, morcegos, ratos e o atobá-da-pata-azul (encontrado somente em Galápagos) também constituem a fauna das Ilhas.

Referência nas artes biológicas, as Ilhas Galápagos recebeu, em 1835, Charles Darwin, que passou três semanas no local, coletando amostras de vegetais e dados da fauna. Desde 1831, Darwin rodeava o mundo em busca de respostas para suas experiências. Foi em visita às Ilhas que Darwin elaborou sua Teoria da Evolução, ou seja, as espécies sobrevivem e se reproduzem em ambientes que elas se adaptam. Galápagos é um grande exemplo de biodiversidade para a ecologia do mundo todo.


*Humboldt: corresponde a uma corrente oceânica que se desloca pela extensão do oceano Pacífico. A denominação desse fenômeno foi em homenagem ao naturalista alemão Alexander von Humboldt que realizou a descoberta.


Imagem: diveadventures.blogspot.com/

Por: Thamiris Kuhn.